É preciso ter inscrição eleitoral regular e completar 16 anos até 4 de outubro de 2026. O prazo de alistamento e regularização para este pleito terminou em 6 de maio.
O voto é obrigatório a partir dos 18 anos, com as exceções constitucionais: é facultativo para pessoas de 16 e 17 anos, maiores de 70 anos e pessoas analfabetas.
Leve RG, CNH, passaporte ou outro documento oficial com fotografia aceito pela Justiça Eleitoral. O e-Título com foto também identifica o eleitor. Sem foto no aplicativo, apresente outro documento oficial com foto.
O título impresso não é obrigatório. Certidões de nascimento ou casamento não servem para identificação na votação.
O Executivo administra. O Legislativo cria leis e fiscaliza. Cada cargo tem competências próprias.
Executivo federal
Presidência da República
Administra o governo federal, coordena políticas nacionais e representa o Brasil no exterior. Propõe leis e sanciona ou veta projetos aprovados pelo Congresso.
Mandato
4 anos
Como é a eleição
Uma chapa de presidente e vice. Exige mais da metade dos votos válidos; se necessário, há segundo turno entre os dois mais votados.
Legislativo federal
Senado Federal
Representa os estados e o DF. Participa da elaboração de leis, do orçamento e da fiscalização federal. Aprova determinadas autoridades e julga autoridades nos casos previstos na Constituição.
Mandato
8 anos
Como é a eleição
Dois senadores por estado e pelo DF em 2026. Vencem os dois mais votados, sem segundo turno.
Legislativo federal
Câmara dos Deputados
Representa a população. Debate e vota leis nacionais e, com o Senado, o orçamento da União. Fiscaliza o governo federal e o uso dos recursos públicos.
Mandato
4 anos
Como é a eleição
Sistema proporcional: os votos nos partidos e federações também influenciam a distribuição das cadeiras. Não basta comparar apenas a votação individual.
Atenção às duas vagas do Senado: escolha candidatos diferentes. Repetir o mesmo candidato torna o segundo voto nulo. Confira nome, foto e cargo na tela antes de confirmar cada escolha.
A divulgação começa a partir das 17h de Brasília, 16h em MS, no dia de cada turno. Os números são atualizados conforme os boletins de urna chegam e são processados.
A segurança reúne medidas técnicas, testes e conferências antes, durante e depois da votação.
Sem conexão com a internet
A urna registra os votos sem internet ou Bluetooth. Assinaturas digitais permitem verificar a autenticidade de programas e dados. Depois da votação, os resultados passam por um processo próprio de transmissão à Justiça Eleitoral.
No Teste Público de Segurança, especialistas externos buscam vulnerabilidades. A etapa de confirmação verifica as correções. Há inspeção dos sistemas por entidades fiscalizadoras e assinatura digital e lacração dos programas oficiais.
O Teste de Integridade compara votos de teste anotados em papel com o resultado eletrônico de urnas selecionadas. O procedimento é acompanhado e registrado. Esses votos simulados não entram no resultado oficial da eleição.
A zerésima demonstra que não há votos registrados antes do início. Ao encerrar, o Boletim de Urna informa os totais da seção, que podem ser comparados com os divulgados pelo TSE. O boletim não revela em quem cada pessoa votou.